Subscribe RSS

Archive for the ‘Imprensa’ Category

Transparência eleitoral e silenciamento informativo

October 8th, 2009 by Admin | No Comments | Filed in Imprensa
A redução em 10% do número de votos brancos nas últimas eleições legislativas foi acompanhado de um aumento correspondente de votos nulos.
Esta descida súbita pode ser explicada por uma transferência do voto branco para o voto nulo, mas levanta também a possibilidade de fraude eleitoral, considerando que o aumento de votos brancos tinha sido continuado até estas eleições.
O facto de as mesas de voto serem unicamente constituídas por delegados das candidaturas, sem observadores independentes, facilita a eventualidade de transformação de votos brancos em votos “úteis”.
Para eliminar suspeitas de fraude no próximo acto eleitoral, o Movimento Voto Nulo notificou hoje a Comissão Nacional de Eleições (CNE) para que este organismo fiscalize atentamente as assembleias de voto em todo o país após o encerramento das urnas, de forma a controlar a eventualidade de manipulação criminosa de votos brancos .
O Movimento Voto Nulo pediu também à CNE e à Autoridade Reguladora da Comunicação para supervisionarem a divulgação imparcial das sondagens e resultados do próximo acto eleitoral, de forma a que a população portuguesa seja devidamente informada das percentagens de votos nulos e brancos, parciais e totais.
O Movimento Voto Nulo vem apelar a todos os órgãos de comunicação social para que não silenciem a voz crescente de eleitores que, recusando o caminho fácil da abstenção, optam por votar nulo para protestar contra a degeneração da democracia representativa em Portugal.
O voto nulo e branco tem hoje uma importante expressão. Em termos percentuais, é maior que o conjunto dos votos em todos os chamados “pequenos partidos”. Representa a sexta maior votação em eleições legislativas, europeias e autárquicas.
No entanto, os órgãos de comunicação social não informam devidamente o público, preferindo silenciar os resultados e minorar a sua relevância política. Raramente promovem uma análise esclarecedora dos resultados eleitorais incorporando a votação nula e branca.
O voto nulo e branco é uma posição política plena, de muitos milhares de cidadãos eleitores. Merece ser divulgado, referido, comparado e analisado. É uma forma de participação eleitoral largamente espontânea e individualizada, não subjugada a ditames partidários. Exprime uma saudável resistência aos abusos do marketing político e aos apelos demagógicos dos candidatos a órgãos de soberania.
O voto nulo e branco deve merecer dos jornalistas e editores o devido reconhecimento. Representa uma intenção política empenhada na defesa do sistema democrático, e na exigência de melhor qualidade na intervenção dos partidos na vida política do país.
O Movimento Voto Nulo não se dissolve nestas eleições. Continuaremos a exigir:
Uma revogação da Lei Eleitoral que regule o limite mínimo de representatividade para os órgãos eleitos (lembramos que a lei actual permite que tecnicamente se elejam maiorias absolutas com menos de um por cento dos votos);
que os votos nulos e brancos possam resultar em lugares vazios no parlamento, e nas assembleias e executivos autárquicos;
que as mesas de voto incluam representantes imparciais, não partidários, que possam fiscalizar eventuais fraudes eleitorais a que o voto branco facilmente se presta.
A redução em 10% do número de votos brancos nas últimas eleições legislativas foi acompanhado de um aumento correspondente de votos nulos.
Esta descida súbita pode ser explicada por uma transferência do voto branco para o voto nulo, mas levanta também a possibilidade de fraude eleitoral, considerando que o aumento de votos brancos tinha sido continuado até estas eleições.
O facto de as mesas de voto serem unicamente constituídas por delegados das candidaturas, sem observadores independentes, facilita a eventualidade de transformação de votos brancos em votos “úteis”.
Para eliminar suspeitas de fraude no próximo acto eleitoral, o Movimento Voto Nulo notificou hoje a Comissão Nacional de Eleições (CNE) para que este organismo fiscalize atentamente as assembleias de voto em todo o país após o encerramento das urnas, de forma a controlar a eventualidade de manipulação criminosa de votos brancos.
O Movimento Voto Nulo pediu também à CNE e à Autoridade Reguladora da Comunicação para supervisionarem a divulgação imparcial das sondagens e resultados do próximo acto eleitoral, de forma a que a população portuguesa seja devidamente informada das percentagens de votos nulos e brancos, parciais e totais.
O Movimento Voto Nulo vem apelar a todos os órgãos de comunicação social para que não silenciem a voz crescente de eleitores que, recusando o caminho fácil da abstenção, optam por votar nulo para protestar contra a degeneração da democracia representativa em Portugal.
O voto nulo e branco tem hoje uma importante expressão. Em termos percentuais, é maior que o conjunto dos votos em todos os chamados “pequenos partidos”. Representa a sexta maior votação em eleições legislativas, europeias e autárquicas.
No entanto, os órgãos de comunicação social não informam devidamente o público, preferindo silenciar os resultados e minorar a sua relevância política. Raramente promovem uma análise esclarecedora dos resultados eleitorais incorporando a votação nula e branca.
O voto nulo e branco é uma posição política plena, de muitos milhares de cidadãos eleitores. Merece ser divulgado, referido, comparado e analisado. É uma forma de participação eleitoral largamente espontânea e individualizada, não subjugada a ditames partidários. Exprime uma saudável resistência aos abusos do marketing político e aos apelos demagógicos dos candidatos a órgãos de soberania.
O voto nulo e branco deve merecer dos jornalistas e editores o devido reconhecimento. Representa uma intenção política empenhada na defesa do sistema democrático, e na exigência de melhor qualidade na intervenção dos partidos na vida política do país.
O Movimento Voto Nulo não se dissolve nestas eleições. Continuaremos a exigir:
  • Uma revogação da Lei Eleitoral que regule o limite mínimo de representatividade para os órgãos eleitos (lembramos que a lei actual permite que tecnicamente se elejam maiorias absolutas com menos de um por cento dos votos);
  • que os votos nulos e brancos possam resultar em lugares vazios no parlamento, e nas assembleias e executivos autárquicos;
  • que as mesas de voto incluam representantes imparciais, não partidários, que possam fiscalizar eventuais fraudes eleitorais a que o voto branco facilmente se presta.

Porque não se deve votar branco

October 7th, 2009 by Admin | No Comments | Filed in Imprensa

Leia AQUI

Duplicámos a votação nestas eleições

September 28th, 2009 by Admin | No Comments | Filed in Imprensa

Pelo Direito ao Voto Nulo

August 3rd, 2009 by Admin | 8 Comments | Filed in Imprensa

Acaba de ser criada a secção portuguesa do PARTIDO NULØ.

PARTIDO NULØ congratula-se com o resultado das sondagens publicadas pelo Expresso/SIC/Rádio Renancença e pela TSF, que nos consideram a 6ª força política mais votada, com uma percentagem próxima do CDS/PP, e com maior potencial de crescimento.

Este resultado, conjuntamente com a elevada percentagem de indecisos, a menos de dois meses das eleições, é um sinal de grande optimismo e de potencial crescimento para o PARTIDO NULØ.

Face à situação política do país, almejamos alcançar em breve o lugar de força política mais votada em Portugal, substituindo a abstenção.

Cremos que a elevada abstenção oferece um conveniente pretexto para governações minoritárias, tendencialmente alheadas dos interesses dos cidadãos e que só o voto nulØ surge como uma alternativa plena de potencial expressivo individual e colectivo.

Através do voto nulo, pretendemos afirmar a legitimidade do sistema de representação popular. Clamamos por melhores candidatos, melhores programas políticos, maior capacidade de entendimento das necessidades do país.

Através do voto nulo, afirmamos também a nossa criatividade individual: cada voto nulo é único; e cada voto nulo representa um potencial estético ímpar no contexto eleitoral.

Apelamos ao voto nulØ porque recusar os maus candidatos que se apresentam a eleições é um direito legítimo.

Não pretendemos governar. Pretendemos sim que quem nos pretende governar evidencie qualidade para tal.

Exigimos que o voto nulØ tenha expressão real nos órgãos colegiais (Assembleia da República, Executivos e Assembleias autárquicos). Queremos que os lugares elegíveis sem votantes suficientes sejam deixados vagos, para lembrar às outras forças políticas que o voto nulØ é um voto consciente e empenhado.

www.partidonulo.net

partidonulo@gmail.com